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Magnólia
Villa Bar & Social Samba Club
Redação por Vera Marini, Edição Por Thaís Marini
Construído em 1930, o prédio onde funcionava a Padaria Madrid até os anos 90 do século passado, hoje abriga uma simpática e aconchegante casa de Samba: Magnólia Villa Bar.
O século
mudou assim como mudaram os arredores da antiga padaria, mas o prédio se
manteve nos fazendo recordar ou conhecer fatos, personagens e comportamentos de
uma época. O Magnólia é um pouco da história de cada um de nós paulistanos: o
piso hidráulico, o mobiliário, as fotos, os espelhos e as iguarias tipicamente italianas do cardápio.
A concepção do Magnólia partiu de 4 amigos, um designer e profissional de
marketing, um músico e engenheiro somados a um administrador e a um arquiteto.
O resultado é uma atmosfera agradável e requintada, decorada com objetos de época,
fotos antigas, rádios a válvula e outros objetos cheios de história.O nome Magnólia foi uma homenagem à avó de um dos sócios; uma senhora italiana que passou grande parte de sua vida recebendo familiares e amigos em sua casa, ao redor de sua mesa farta e de seu coração maternal.
Em seu cardápio encontramos o que há de mais tradicional na cozinha de boteco e Bruschetas deliciosas, tudo acompanhado por uma interessante carta de bebidas.

A casa
passou oficialmente a funcionar como ponto de Samba em São Paulo a partir de 25
de agosto de 2005 e mantém durante a semana programação diversificada com
vários grupos brindando o público com
Chorinhos, Samba-Rock, Sambas de Gafieira.
Vale a pena conferir a programação:
http://www.magnoliabar.com. br/cnt/P_Programacao.html
Oferece ainda o
"Cardápio Musical": trata-se de um cardápio especial contendo todas
as músicas que o grupo de Samba daquela noite pode apresentar. Em cada mesa é
disponibilizado um bloquinho onde você escreve seu nome e a canção que você
deseja ouvir. Então,o garçom encaminha seu pedido aos músicos que
"encaixarão" a música solicitada durante a apresentação.
É a
organização dos antigos torpedinhos em guardanapos com pedidos de músicas para
os artistas. Porém, agora com a certeza de que o artista não dirá que não sabe
tocar tal canção!
A partir de
2013, uma vez ao mês, o Social Samba Club junto com a Clave Produções - Professor Moskito e Ricardo Garcia - vem realizando seus eventos no Magnólia Villa
Bar, sempre com grupo de Samba ao vivo contemplando a diversidade deste ritmo
em suas várias vertentes. Nos intervalos do grupo, Ricardo Garcia assume o som,
discotecando ritmos variados de Dança de Salão.
"A princípio, os
eventos eram para ser itinerantes, mas encontramos no Magnólia local e
parceria com o mesmo propósito do Social Samba: oferecer ao público uma
noite agradável com música vivo, bandas de qualidade, repertório
variado de Samba e DJ tocando cortinas de Dança de Salão.
O evento começa às
20h com DJ, logo após entra a banda que faz 3 entradas,
intercalando com DJ, até por volta das 2h. Sem aula, nem apresentação, a proposta é um ambiente democrático em que todos –
professores e alunos de academias e também o público que não dança, mas é
amante do Samba, tenham oportunidade de curtir e dançar ao som de
uma boa música.Ou seja, o objetivo principal é socializar, unir os
diferentes públicos e ao mesmo tempo divulgar a cultura do Samba", diz o Professor
Moskito.
Magnólia
Villa Bar & Social Samba Club
Data: 31 de maio, a partir das 20h
Show com o
Grupo Explêndido
Local:
Magnólia Villa Bar
Endereço:
Rua Marco Aurélio, 884 – Vila Romana – Lapa
Preço: R$ 15 com reserva até a véspera.
R$ 20 com reserva até as 16h do dia ou
R$ 25 H/M sem desconto.
Reservas
pelos tels. (11) 3463-4994
(24h) / (11) 3863.9296 /
6341-4193 (24h)
Reservas por email: reservas@magnoliabar.com.br
Realização:
www.claveproducoes.com.br
Uma Cozinha e muitos Sambas
Redação: Vera Marini
Edição: Thaís Marini
Redação: Vera Marini
Edição: Thaís Marini
Aconteceu
sábado, 11 de agosto, às 18h, na 22ª Bienal do Livro de São Paulo, no espaço
“Cozinhando com as Palavras”, o evento “Samba na Cozinha”.
O espaço
“Cozinhando com as Palavras” tem como curador André Boccato, empresário
proprietário da Editora Boccato, e como produtora executiva Guta Chaves, jornalista gastronômica.
Conta Luiza
Estima, jornalista integrante do grupo, que a ideia de se formar o grupo “Samba
na Cozinha” surgiu da amizade e de um fato em comum entre todos: a paixão pelo
Samba e pela Gastronomia.
Assim, no
grupo temos profissionais das mais variadas profissões que tocam, cantam e
fazem o Samba acontecer na cozinha. O
repertório é bem variado: Gafieira, Exaltação, Samba-Rock etc.
Enquanto o
grupo toca e canta, os Chefs cantam junto, dançam e cozinham. O público acompanha tudo
com curiosidade. Aos poucos, as pessoas se envolvem no ritmo e começam a
cantar e dançar. Quando os Chefs terminam a preparação do prato, este é servido
ao público para degustação.
Não se sabe
se o truque culinário é cozinhar sambando ou sambar cozinhando mas o fato é que
o Cuscuz de Camarão de colher do Chef Eudes Assis ficou divino!
Ao término
do evento a plateia já não está mais sentada no auditório com uma postura meramente
observadora. Mas está lá na cozinha e o que se vê é, além da participação, a
interação entre as pessoas.
Neste ano,
2012, o evento foi um sucesso. Na próxima Bienal esperamos poder participar
novamente e já deixamos a dica para os Sociais-sambistas!
Segue
abaixo a letra de um dos Sambas cantados pelo grupo Samba na Cozinha.
O
Quitandeiro
A
composição é de Monarco,
sambista
da Velha Guarda da Portela
Quitandeiro, leva cheiro e tomate
Pra casa do Chocolate que hoje vai ter
macarrão
Prepara a barriga macacada
Que a boia tá enfezada e o pagode fica bom
Chega só 30 litros de uca
Para fechar a butuca
Desses negos beberrão
Chocolate, tu avisa a crioula
Que carregue na cebola e no queijo parmesão
(BIS)
Mas não se esqueça
De avisar a nêga Estela
Que o pessoal da Portela
Vai cantar partido alto
Vai ter pagode até o dia amanhecer
E os versos de improviso
Serão em homenagem à você
Quitandeiro, leva cheiro e tomate
Pra casa do Chocolate que hoje vai ter
macarrão
Prepara a barriga macacada
Que a boia tá enfezada e o pagode fica bom
Chega só 30 litros de uca
Para fechar a butuca
Desses negos beberrão
Chocolate, tu avisa a crioula
Que carregue na cebola e no queijo parmesão
CUSCUZ
DE COLHER COM CAMARAO E PALMITO
A
receita é Do chef Eudes Assis da Vinea, em Alphaville
Ingredientes
1 colher de cebola ralada
1 colher de alho poro ralado
2 colheres de tomates sem pele e sem
sementes
cortados em cubos
80 g de camarão sete barba limpo
50 g de farinha de milho
1 colher se salsinha picada
1 colher de ervilhas frescas
2 colheres de azeite
50 ml de caldo de peixe
Sal e pimenta do reino a gosto
Modo
de preparo
Em uma panela refogue os camarões, a cebola e
o alho poró. Acrescente o tomate, as ervilhas, o caldo de peixe, a farinha de
milho, a salsinha, o sal e a pimenta. Misture até soltar do fundo da panela. Decore
o fundo de uma forma com a sua criatividade e acrescente a massa de cuscuz.
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