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SAMBA tem destaque no Baila Floripa

   

Ziriguidum na ilha da magia

 
Na Mostra de Dança de Salão de Florianópolis – Baila Floripa o samba não precisa pedir passagem. O mais brasileiro dos ritmos tem lugar garantido em toda a programação da 14ª edição de um dos maiores eventos do gênero no País, que ocorrerá de 18 a 21 de abril.


Dos 79 workshops que serão ministrados por 86 professores no centro de convenções do Majestic Palace Hotel, dez são dedicados a ele. Alunos de nível iniciante e intermediário/avançado poderão assistir a aulas de samba, samba de boteco, samba de gafieira, samba no pé e samba-rock, tendo como professores Patrick Carvalho, do Rio de Janeiro; Moskito e Anna Paula, de São Paulo; Katiusca Dickow, de Porto Alegre; Leandro Murillo, Gabriel Ferreira e Aline Menezes, Marcelo Leal e Lívia Veras, James Batista e Andréia Zaida, de Florianópolis.
Os passos de samba também terão destaque entre os quatro curtos espetáculos catarinenses convidados para a noite de abertura da mostra coreográfica, como também nas duas sessões seguintes, quando serão exibidos 49 trabalhos de grupos selecionados, professores, participantes especiais e convidados, no Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura, sempre às 20h.

Para cada dia do evento foi agendado um baile temático no hotel Majestic, às 22h30, com som ao vivo de músicos locais, seguidos do DJ Zé do Lago, de São Paulo. A noite reservada ao samba será segunda-feira, véspera do feriado de Tiradentes, animada pela banda Essência. E antes do baile de encerramento, dia 21, às 21h30, serão disputadas as etapas finais do 10° Baila Duo – Concurso de Duplas de Dança de Salão, nas categorias amador e profissional, tendo o samba como um dos ritmos exigidos para ambas.


Rio in Sampa: Samba paulista e carioca em sintonia
Redação por Vera Marini, Edição por Thaís Marini

O “Rio in Sampa” é um evento idealizado por Anna Paula Cruz, ícone do Samba-Rock, com a proposta de mesclar 2 workshops de Samba: Samba de Gafieira – tipicamente carioca e Samba-Rock – o mais paulistano de todos os ritmos.
Nesta primeira edição, no dia 01 de setembro, teremos o encontro  de Samba de Gafieira na modalidade Gafieira Show, ministrado por Sheila Aquino e Marcelo Chocolate e Samba-Rock Ladies, ministrado pela própria Anna Paula, pioneira no desenvolvimento de enfeites para as damas que se aventuram neste ritmo.
Os workshops serão para pessoas que já dançam Samba de Gafieira e Samba-Rock e querem enriquecer e aperfeiçoar seu desempenho na Dança. A aula de Gafieira Show terá duas horas de duração (das 16h às 18h) e a de Samba Rock Ladies, uma ( das 18h30 às 19h30) com meia hora de intervalo entre uma aula e outra.

Após essas práticas, um baile fará o fechamento do evento. A ideia é proporcionar o aprendizado de dois ritmos aos alunos que poderão treinar os passos aprendidos já durante o baile, na hora seguinte à aula.
No baile teremos seleção de Sambas pelos DJs Marco Matolli e Ney Braga, e também cortinas de outros ritmos para os adeptos dos tablados mostrarem também seu potencial.
O evento contará ainda com apresentações por profissionais da Dança. E tudo isso numa casa charmosa, bem localizada, com excelente espaço comportando aproximadamente mil pessoas e todos os serviços indispensáveis para um evento de qualidade: vallet, chapelaria, seguranças.







Rio in Sampa
Data: 1º de setembro, domingo
Local: Espaço Santa Clara
Endereço: Rua João Ramalho, 1085
Horário das aulas: das 16h às 19:30h
Horário do Baile: das 19:30 h
Preços:
Aula de Gafieira Show com Sheila Aquino e Marcelo Chocolate:
Individual: R$ 60,00         Casal: R$ 100,00
Aula de Ladies: R$ 50,00
Aula de Gafieira Show + Aula de Ladies: R$ 150,00
Baile: R$ 25,00
Aulas + Baile: Os participantes do workshop terão acesso livre ao baile




Sons do Brasil: A voz e a vez dos novos talentos
Redação por Vera Marini, Edição por Thaís Marini

“Sons do Brasil” é um projeto musical coordenado por Serginho Silva, destinado à apresentação de artistas independentes com trabalhos autorais ou tributos aos grandes mestres da música. Em depoimento abaixo ele nos conta um pouco desta proposta:

“A boa música não é somente aquela que faz sucesso nas rádios. Atualmente, com os avanços tecnológicos, surgiram muitos selos e gravadoras independentes no país, além de trabalhos produzidos pelos próprios músicos. Mais de 75 por cento da música produzida no mundo hoje é feita de forma independente. Música de qualidade e muito talento são requisitos que não faltam. Porém, quando pensamos em espaço na mídia, concluímos o quanto ele é escasso. Na música independente, encontramos belíssimas canções, fruto de muito trabalho e pouco reconhecimento. Músicas de primeiro mundo, resultantes de composições e interpretações de talentos natos, ignoradas pela grande mídia e, consequentemente, também estranhas a maioria do público que aprecia MPB em todas as suas vertentes e influências.


'Sons do Brasil' teve seu início em setembro de 2010 na unidade da Livraria Saraiva do Shopping Vila Olímpia, ficando neste espaço até março de 2011, quando recebeu o convite para que o projeto se transferisse para a casa de shows Café Paon, no bairro de Moema em São Paulo. Neste espaço o projeto foi realizado de julho a dezembro de 2011. No ano de 2012 o projeto ficou em 'stand by' devido a minha dedicação a outros projetos que estavam acontecendo. Porém, a partir de 22 de fevereiro de 2013, o projeto foi retomado e voltou com força total no espaço Painel Cultural, localizado no bairro do Brooklin – São Paulo, onde o melhor da música independente e os novos valores do cenário da música brasileira têm a possibilidade de, num ambiente intimista e acolhedor, mostrarem seus trabalhos às pessoas que gostam e procuram por novidades. Até agora foram 20 shows realizados neste espaço, apresentando diversos estilos musicais que compõe a Música Brasileira.”

Todas às sextas-feiras, um artista diferente apresenta seu trabalho num palco rodeado por livros, instrumentos musicais, chapéus, CD's, DVD's e quadros. A imagem é simbólica: como se a Cultura estivesse abraçando o novo talento e o incentivando. O público presente além de poder desfrutar deste contato mais próximo ao artista, dispõe no local de um cardápio bem interessante: bebidas e  comidinhas leves enquanto se curte o show.

“E o projeto não para por aí. Aguardem novas surpresas!” – Serginho Silva







Painel Cultural
Rua Bernardino de Campos, 210 – Brooklin
São Paulo – SP
Sextas-Feiras
Horário : 21h

Sagitta Produções
Serginho Silva




O Samba nas lentes de Felipe Mariano

Redação por Vera Marini, Edição por Thaís Marini


O  Samba em sua essência é mais do que um ritmo ou uma dança. É um todo cultural e desperta em várias escolas artísticas o desejo de registrá-lo. Música, Dança, Pintura, Gastronomia, Literatura... É todo esse universo de manifestações que o torna tão encantador.

Todos sabemos da importância que os registros têm para a pesquisa e para o entendimento do nosso momento atual.São informações que vamos deixar para a escrita histórica precisa desse ritmo tão querido. As lentes de Felipe Mariano contribuem de forma significativa para isso, clicando o cotidiano do Samba em várias situações.

Felipe Mariano do Nascimento é formado em arquitetura e design gráfico. Fotografia era somente um hobby, que virou paixão e hoje é profissão. Há 2 anos, Felipe trabalha com fotografia mas dá enfoque  especial a registros de espetáculos e rua.



SSC - Qual a sua história com o Samba?

Felipe Mariano -  Apesar de ter um gosto musical eclético, sempre tive preferência por prestigiar música brasileira, especialmente o Samba. Desde sempre procuro ir a shows ou frequentar bares e lugares que tenham uma roda de Samba. Sempre são os lugares mais animados para ir!

Há 3 anos me matriculei na Solum, uma escola de Dança de Salão, para aprender a dançar Samba-Rock e Gafieira. Lá conheci muita gente com os mesmos interesses em comum. Não perco nenhum baile da escola e procuro estar sempre presente nos lugares onde os meus amigos combinam de ir dançar Samba. Não sou nenhum Carlinhos de Jesus, claro, mas o importante é a diversão.

SSC - O que faz você ter vontade de registrar imagens de  Samba?

Felipe Mariano -  Como disse o fotógrafo Henri-Cartier Bresson, "Fotografar é colocar na mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração". Partindo dessa ideia, eu lhe digo que o olhar de cada fotógrafo (profissional ou amador) tende a ser direcionado ao que – de alguma forma – mexe com o seu coração ou sua mente. Adoro Samba, gosto da energia que o ritmo transmite! Sempre me gera cenas alegres para registrar. Pelo menos, eu nunca vi ninguém sambando com cara fechada…

SSC - Existe uma preparação para o registro ou você percebe a
oportunidade e o faz? 

Felipe Mariano - A única preparação é referente ao estado de espírito. Prefiro captar cenas espontâneas, sem que ninguém perceba que estou ali fotografando. Na verdade, seria ótimo se pudesse me tornar invisível em certos momentos.

SSC - Qual a emoção de ver a 
imagem revelada de maneira tão bela?

Felipe Mariano - Sensação de dever cumprido, de emoção eternizada.

SSC - Sua leitura do Samba é uma foto que passa o real e ao mesmo tempo tem uma delicadeza toda singular. Você busca isso quando vai fazer a foto? Um real, mas que transcende com sua delicadeza?

Felipe Mariano -  Na mosca! Quase sempre procuro cenas reais, sim. Mas é aí que entra a leitura do fotógrafo. Por exemplo: em muitas situações, a cena à minha frente, realmente, pode ser algo diferente do que está me parecendo. Não procuro entender exatamente qual é a realidade daquela situação, vou lá e clico a realidade que eu enxerguei. Nesse caso, estou registrando a minha realidade, o que me parece real, entende?

SSC -A foto em branco e preto de certa forma contribui para isso? Aliás, você gosta dessa opção – branco e preto. Por que? Talvez para passar uma ideia de atemporalidade?  

Felipe Mariano - Certamente! A foto em PB tem uma leitura mais pura. Quando não há cores, outros elementos da foto (expressões, formas, movimento, texturas etc.) ganham força 
Além de atemporalidade, o PB é mais poético. A cor é uma informação que pode ser irrelevante, ou até mesmo atrapalhar o observador da foto. Fisiologicamente, a informação "cor" é o que o cérebro processa primeiro quando olhamos para algo. Desse modo, se a foto estiver ótima, mas com cores ruins, vamos tender a não gostar muito da foto. Ou seja, a cor está atrapalhando a foto, entende? Um fotógrafo de rua em uma cidade como São Paulo, por exemplo, tem um trabalho redobrado para captar cores com excelência. Eu tenho.

SSC - Dentro do Samba, qual a sua temática preferida? Mulheres, malandros, baianas, casais…?

Felipe Mariano -  Ainda não tinha parado pra pensar nisso, sabia? Observando novamente as minhas fotos de Samba, vi que tenho uma quantidade muito parecida de cada temática. Mas as que mais gosto são as de mulheres. As fotos com elas têm mais movimento, mais expressões, mais "explosão"… Elas "se jogam" mais no Samba!

SSC - Quais as dificuldades em se fazer registros de Samba ?

Felipe Mariano - Tecnicamente, quando há pouca luz. Ou quando não estou em um dia muito bom e tenho que captar cenas alegres… Aí me exige um trabalho interno, uma certa concentração.

Felipe Mariano ministra cursos de fotografia para iniciantes todos os meses em meu escritório na Consolação. As duas próximas turmas  iniciarão nos dias 20/04 das 10h às 14h; e outra dia 25/04 das 19h às 23h. Realiza palestras e cursos se necessário e conforme interesse fora do seu local de trabalho.


Para mais informações:






"Das mãos saiu a arte, já a cadência foi pro pé"  - Samba na ponta do Lápis

Redação por Thiago Castilha, Edição por Thaís Marini



Já faz um tempo que não escrevo no Social Samba Club e confesso que depois do ingresso das nossas editoras Vera e Thais Marini, o Social melhorou muito e passou de um projeto para um site especializado em Samba e seus pertences. Nossa linha editorial busca personagens diversos que vivenciam o Samba e dessa forma procuramos apresentar diversos olhares de diferentes perspectivas. Já entrevistamos Chef's de cozinha, Músicos, Dançarinos, Baianas (de Escolas de Samba) e nosso desafio é apresentar histórias interessantes sempre com os batuques no pano de fundo.

Às vezes algumas histórias surgem do nada, como esta - Outro dia estava pelo Social Samba e vi uma ilustração com o casal de dançarinos Anderson Mendes e Brenda e confesso que fiquei curioso. Entrei em contato com o artista e descobri uma história que valeria a pena ser registrada. Para minha surpresa novamente, além de amante do Samba e artista plástico, André Torres também é poeta. Pela qualidade do texto que recebi no lugar da entrevista, resolvi publicar na integra.
Social Samba Club - André Torres

Formado em Educação Física, especializado em Medicina Chinesa (Acupuntura e Massoterapia) e Artista Plástico (por natureza)  André Torres, carioca da gema, vive atualmente em Barcelona há dois anos onde faz  especialização em Acupuntura e estuda Artes e seu sonho é estudar na Faculdade Bellas Artes de Barcelona.

Confiram na integra a história de André Torres, com exclusividade aqui no Social Samba CLub

Noite na Lapa - André Torres
Como diria Marcelo D2, minha história começou mais ou menos assim: 'Nascido em São Cristovão morador de Madureira, desde pequeno acostumado a subir ladeira...'
Parecido a esta biografia, eu não estava de bobeira, também nasci em São Cristovão, mas não morei em Madureira. Carioca da gema, fui dividido aos 13 anos, entre o asfalto do Cajuti (Tijuca, na língua do "charpi" - bairro da zona norte carioca); E a Praia da Barra (situada na zona oeste). Estes foram os dois lugares onde eu cresci. 

Cresci também atravessando a Floresta da Tijuca, pela mata fui caminhando. Tomei banho de cachoeira, vi o por do sol da Pedra Bonita, fui ao topo da Pedra da Gávea, vi a lua nascer querida.
Também vi dar nesse meu rio, Rio verde que tem vida, um novo Rio florescer. A Natureza é a sabedoria, pois parte da matéria-prima, a arte viva de viver. "E de toda esta vida, vida louca, 'loka' vida , vida breve: Já que eu não posso te levar, quero que você me leve."  (Cazuza).


Avenida Gaudi, Gaudió - André Torres


E que me leve para o mar, pois foi no mar que eu me criei. Sou um filho de Yemanjá, beira de mar me batizei.
O mar é minha vida, o surf é meu prazer, é o meu estilo de vida, meu jeito carioca de ser.
Quando criança ao som do piano, eu me despertava. De Beethoven a Mozart, minha mãe sempre tocava. Já nos fins de semana de sol despertava meio bamba, com meu pai no tamborim e na vitrola MPB, Beatles e Samba. O Meu pai era da Mangueira, minha mãe era da ópera; E com toda esta riqueza, eu aprendi a tocar viola. Assim, vou do rap ao rock, do samba ao hip-hop. A vida é uma arte e minha arte vai ser pop!


Flamenco de Bamba - André Torres





Desenho desde pequenino, sem nunca ter feito escola, só na arte é que você aprende à medida que ¨ocê¨ cola. 
Já no colégio, tive boa educação, estudei em boa escola, enquanto tive condição, bendito são meus pais, dessa vida corajosa. Estudar nunca foi meu forte, eu só tinha uns dois 10. Era na Educação Física e na Artística, sempre usando as mãos e os pés.


O Encontro do Malandro e da Mulata - André Torres
É Samba, É Surf na Barra da Tijuca
André Torres

Os pés me levaram até a Lapa; E a noite me apresentou a dança.
Que me conduziu para um baile de gala, dançar a dois foi a esperança. 
"Peguei a escura e fiz um traçado
Dancei um trocado numa perna só
Falando assim parece brincadeira
Num instante a gafieira virou um forró."
(Jackson do pandeiro)
Das mãos saiu à arte, já a cadência foi pro pé
É no ¨ForróFieira¨ que eu me encaixo, na cultura eu tenho fé!
Pois eu pinto o que vivo, pois eu vivo o que sou
Sou Samba de Terreiro; Gafieira, SamSurf Soul.
De Sambas Democráticos, o samba é social
O Social Samba de bermuda, pois no samba é tudo igual.
Desde que o samba é samba... É assim.
É samba pra todo mudo, samba você, deixa ela sambar... samba pra mim.
(André Torres - Torres, 2013).

SamSurf no Arpex - André Torres




"PINTAR É COMO SURFAR
tem que se conectar, deixar fluir 
Respirar...
SURFAR É COMO DANÇAR
não se pode pensar, deixar-se conduzir 
Levitar...
DANÇAR É COMO AMAR
é abrir o coração, se permitir
Iluminar..."
(Minha Filosofia de vida – Torres, 2011).





Vem sambar! 

Matéria publicada na Revista Dança em Pauta

No Salão, na passarela, na praia e no sítio. Quando toca ninguém fica parado. Muitos são os gêneros e estilos. Dança em Pauta recomenda: na dúvida caia em todos os sambas!

Música oficial do Brasil, este foi o status que o presidente Getúlio Vargas, na década de 30, conferiu ao Samba. Graças ao incentivo do eterno pai da nação, o Samba é símbolo da cultura nacional e divulga a beleza e potencial do nosso país.  

"Quando o assunto é dança a riqueza é tão grande quanto a origem da música."
 
Segundo historiadores a raiz do samba é originária de um ritmo religioso, o Semba ou umbigada – em razão da forma como era dançado. O samba-maxixe “Pelo Telefone” é considerado o primeiro registro oficial do ritmo, cujas origens muito se assemelham a formação do nosso país.

"O Samba é fruto da simbiose de culturas que assim como a feijoada é caldeirão de sabores. "

Chorinho e Educação
(texto do blog: http://chorinhonaescola.blogspot.com/ )


"Educação musical não é apenas uma atividade destinada a divertir e entreter as pessoas, tampouco um conjunto de técnicas, métodos e atividades com o propósito de desenvolver habilidades e criar competências, embora essa seja uma parte importante de sua tarefa.

O mais significativo na educação musical é que ela pode ser o espaço de inserção da arte na vida do ser humano, dando-lhes possibilidade de atingir outras dimensões de si mesmo e de ampliar e aprofundar seus modos de relação consigo próprio, com o outro e com o o mundo" (FONTERRADA, 2008)

Leia mais em: http://chorinhonaescola.blogspot.com/