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DIA MUNDIAL DA DANÇA EM OSASCO/SP






O Dia Mundial da Dança em Osasco é uma iniciativa da Secretaria de Esportes Municipal da cidade, Fundo do Social de Solidariedade e foi idealizado pelo dançarino e empresário Paulo "Samba de Rua".O Evento acontece em 26 de abril a partir das 13 horas no Centro de Eventos Pedro Bortoloso, localizado na avenida Visconde de Granada, 53 no Jardim Alvorada em Osasco.

Entre as atrações haverá shows de dança e aulões de dança de salão. axé, sertanejo, zumba, dança do ventre e dança afro. Para participar do evento basta levar um kilo de alimento não perecível ou um brinquedo novo no ponto de troca pelo ingresso na Academia Municipal, localizada  na avenida dos Autonomistas, 147, centro de Osasco.














Rio in Sampa: Samba paulista e carioca em sintonia
Redação por Vera Marini, Edição por Thaís Marini

O “Rio in Sampa” é um evento idealizado por Anna Paula Cruz, ícone do Samba-Rock, com a proposta de mesclar 2 workshops de Samba: Samba de Gafieira – tipicamente carioca e Samba-Rock – o mais paulistano de todos os ritmos.
Nesta primeira edição, no dia 01 de setembro, teremos o encontro  de Samba de Gafieira na modalidade Gafieira Show, ministrado por Sheila Aquino e Marcelo Chocolate e Samba-Rock Ladies, ministrado pela própria Anna Paula, pioneira no desenvolvimento de enfeites para as damas que se aventuram neste ritmo.
Os workshops serão para pessoas que já dançam Samba de Gafieira e Samba-Rock e querem enriquecer e aperfeiçoar seu desempenho na Dança. A aula de Gafieira Show terá duas horas de duração (das 16h às 18h) e a de Samba Rock Ladies, uma ( das 18h30 às 19h30) com meia hora de intervalo entre uma aula e outra.

Após essas práticas, um baile fará o fechamento do evento. A ideia é proporcionar o aprendizado de dois ritmos aos alunos que poderão treinar os passos aprendidos já durante o baile, na hora seguinte à aula.
No baile teremos seleção de Sambas pelos DJs Marco Matolli e Ney Braga, e também cortinas de outros ritmos para os adeptos dos tablados mostrarem também seu potencial.
O evento contará ainda com apresentações por profissionais da Dança. E tudo isso numa casa charmosa, bem localizada, com excelente espaço comportando aproximadamente mil pessoas e todos os serviços indispensáveis para um evento de qualidade: vallet, chapelaria, seguranças.







Rio in Sampa
Data: 1º de setembro, domingo
Local: Espaço Santa Clara
Endereço: Rua João Ramalho, 1085
Horário das aulas: das 16h às 19:30h
Horário do Baile: das 19:30 h
Preços:
Aula de Gafieira Show com Sheila Aquino e Marcelo Chocolate:
Individual: R$ 60,00         Casal: R$ 100,00
Aula de Ladies: R$ 50,00
Aula de Gafieira Show + Aula de Ladies: R$ 150,00
Baile: R$ 25,00
Aulas + Baile: Os participantes do workshop terão acesso livre ao baile




 I Troféu Baila Mundo faz homenagem à Dança
Redação por Vera Marini, Edição por Thaís Marini

Dia 10 de agosto acontecerá o I Troféu Baila Mundo - São Paulo, evento em que professores e escolas melhor avaliadas pelo público serão homenageados. Um dia com workshops, premiação, apresentações de dança que contarão um pouco a história da Dança de Salão em São Paulo e baile para todos os participantes. Tudo isso objetivando a união entre escolas, profissionais e alunos de Dança de Salão de forma a valorizar e aprimorar cada vez mais as práticas realizadas nesta área e registrar a história que está sendo construída por todas estas pessoas.

São Paulo será a sede da primeira edição do Troféu Baila Mundo por ter sido uma das cidades precursoras da Dança de Salão no Brasil com a criação da Escola de Danças e Boas Maneiras “Madame Poças Leitão” em 1915, grande homenageada da noite.

As categorias a serem homenageadas serão as seguintes:

- Professores destaques eleitos pelos alunos 
- Professor destaque eleito pelos professores 
- Escola destaque 

Todo o processo de avaliação se dará pela internet através do site:  www.bailamundo.com.br

Somente dia 10 de agosto, em cerimônia no espaço Yano, a partir das 20h, serão revelados os homenageados de cada categoria. Para celebrar a noite, acontecerá o grande baile com DJ Zé do Lago, banda e apresentações.

Mais do que um evento, trata-se de uma avaliação feita pelo público e profissionais, diagnosticando a qualidade da Dança de Salão atual. Que os resultados obtidos sirvam para uma reflexão a respeito das práticas pedagógicas, marquem início de trocas e parcerias e acima de tudo, norteiem ações que integrem cada vez mais o universo da Dança.

“O Social Samba Club, apoia e reconhece a iniciativa da organização do Troféu Baila Mundo. A Dança de Salão é carente de eventos como este que promovam e reconheçam o talento e o trabalho dos profissionais. É preciso destacar e valorizar o que é bom, só dessa maneira a “Dança a Dois” vai chegar um dia ao patamar que merece estar.” comentaThiago Castilha


Professores dos Workshops do evento





Data: 10 de agosto de 2013
Workshops de dança: 09h às 18h
Cerimônia de premiação: das 20:30h às 23:00h
Baile: 23h às 03h
Local: Espaço Yano
Rua Potsdan, 138 – Vila Leopoldina – São Paulo – SP
Telefone: (11) 3648-9317

Organização: BAILA MUNDO, SAMBAROCKGOL e YANO,

Pontos de venda:

Espaço de Dança Andrei Udiloff
Milena Malzoni Dance Center
Stella Aguiar Núcleo de Dança
Interativa Dance
Centro de Dança Jaime Arôxa Campo Belo
Academia Duda Lima
Cia Terra Academia de Dança
Clube Latino Espaço de Dança
Solum Escola de Dança

Contatos:

Buffet Yano: (11) 3648-9317
Gledson Silva: (11)9 8209-9366
Marquinhos Willian: (11)9 8124-1768

Curiosidades:
A história de Madame Poças Leitão: http://pt.wikipedia.org/wiki/Madame_Po%C3%A7as_Leit%C3%A3o
Madame Poças Leitão no Face: https://www.facebook.com/MadamePocasLeitao
Carla Salvagni nos fala um pouco de Madame Poças Leitão : http://falandodedanca.blogspot.com.br/2007/06/um-pouco-de-histria.html
Magnólia Villa Bar & Social Samba Club

Redação por Vera Marini, Edição Por Thaís Marini 

Construído em 1930, o prédio onde funcionava a Padaria Madrid até os anos 90 do século passado, hoje abriga uma simpática e aconchegante casa de Samba: Magnólia Villa Bar.


O século mudou assim como mudaram os arredores da antiga padaria, mas o prédio se manteve nos fazendo recordar ou conhecer fatos, personagens e comportamentos de uma época. O Magnólia é um pouco da história de cada um de nós paulistanos: o piso hidráulico, o mobiliário, as fotos, os espelhos e as iguarias tipicamente italianas  do cardápio.
A concepção do Magnólia partiu de 4 amigos, um designer e profissional de marketing, um músico e engenheiro somados a um administrador e a um arquiteto. O resultado é uma atmosfera agradável e requintada, decorada com objetos de época, fotos antigas, rádios a válvula e outros objetos cheios de história.

O nome Magnólia foi uma homenagem à avó de um dos sócios; uma senhora italiana que passou grande parte de sua vida recebendo familiares e amigos em sua casa, ao redor de sua mesa farta e de seu coração maternal.

Em seu cardápio encontramos o que há de mais tradicional na cozinha de boteco e Bruschetas deliciosas, tudo acompanhado por uma interessante carta de bebidas.





A casa passou oficialmente a funcionar como ponto de Samba em São Paulo a partir de 25 de agosto de 2005 e mantém durante a semana programação diversificada com vários grupos  brindando o público com Chorinhos, Samba-Rock, Sambas de Gafieira.

Vale a pena conferir a programação: http://www.magnoliabar.com. br/cnt/P_Programacao.html



Oferece ainda o "Cardápio Musical": trata-se de um cardápio especial contendo todas as músicas que o grupo de Samba daquela noite pode apresentar. Em cada mesa é disponibilizado um bloquinho onde você escreve seu nome e a canção que você deseja ouvir. Então,o garçom encaminha seu pedido aos músicos que "encaixarão" a música solicitada durante a apresentação. 

É a organização dos antigos torpedinhos em guardanapos com pedidos de músicas para os artistas. Porém, agora com a certeza de que o artista não dirá que não sabe tocar tal canção!

A partir de 2013, uma vez ao mês, o Social Samba Club junto com a Clave Produções -  Professor Moskito e Ricardo Garcia -  vem realizando seus eventos no Magnólia Villa Bar, sempre com grupo de Samba ao vivo contemplando a diversidade deste ritmo em suas várias vertentes. Nos intervalos do grupo, Ricardo Garcia assume o som, discotecando ritmos variados de Dança de Salão.

"A princípio, os eventos eram para ser itinerantes, mas encontramos no Magnólia local e parceria com o mesmo propósito do Social Samba: oferecer ao público uma  noite agradável com música vivo, bandas  de  qualidade, repertório variado de Samba e DJ  tocando cortinas de  Dança  de Salão.

O evento começa  às 20h com DJ, logo após entra a banda que faz 3  entradas, intercalando com DJ, até por volta das 2h. Sem aula, nem apresentação, a proposta é um ambiente  democrático  em que  todos – professores e alunos de academias e também o público que não dança, mas é amante do Samba, tenham  oportunidade de curtir e dançar ao som de uma  boa música.Ou seja, o objetivo principal é socializar, unir os diferentes públicos e ao mesmo tempo divulgar a cultura do Samba", diz o Professor Moskito.

  
Magnólia Villa Bar & Social Samba Club

Data: 31 de maio, a partir das 20h

Show com o Grupo Explêndido

Local: Magnólia Villa Bar

Endereço: Rua Marco Aurélio, 884 – Vila Romana – Lapa


Preço: R$ 15 com reserva até a véspera.
            R$ 20 com reserva até as 16h do dia ou
            R$ 25 H/M sem desconto.

Reservas pelos tels. (11) 3463-4994 (24h) / (11) 3863.9296 / 6341-4193 (24h)

Reservas por email: reservas@magnoliabar.com.br 

Realização: www.claveproducoes.com.br





Samba-Rock se renovando em São Paulo com Atruppi
Redação por Vera Marini, Edição por Thaís Marini

Com especial participação no evento Samba Rock Gol em 2012  e show marcado para o evento Dança Brasil na casa Di Quinta, no próximo dia 19 de abril, a Banda Atruppi toca composições próprias e também releituras de vários sucessos.

A Atruppi que já se apresentou em várias casas como: Kitsh Club na Vila Mariana, C.E.M Clube Etílico Musical , Vila Madalena, Kabul na Consolação, tem como proposta  levar o melhor astral para o público em forma de swing, para que todos possam desfrutar da música e Sambarockear. 

SSC - Por que o nome Atruppi? Qual o significado? 

 Atruppi - Foi escolhido por causa da vivência musical e da personalidade de cada integrante. Como optamos em viver da arte, cada talento individual colabora para formar uma TRUPE de artistas.  

“Significado no dicionário "Babulina" de Música Brasileira:
Atruppi (a-tru-pe) – s.f.(fr troupe) 1.Grupo de sequazes, artistas e comediantes. 2.Coletivo de palhaços. 3.Companhia artística. 4.Grupelho de malandros, capadócios e finórios que executam o ritmo de matriz africana chamado popularmente de Samba-Rock.” 

SSC - Como e quando surgiu a ideia de se montar a banda? 

Atruppi – Havia uma banda anterior a esta, na qual faziam parte Pexe e Tide. A banda se desfez, mas os dois que acreditavam no projeto e na força do Samba-Rock continuaram. Uma nova formação aconteceu no início de 2011, quando esses dois  fizeram parceria com amigos que partilhavam da mesma opinião, gosto musical e propósito.  

SSC - Quem são os integrantes da Atruppi ? 

Atruppi - Victor Campos e Érica Cardial dividindo os Vocais, Ailton Oliveira no Violão, Pexe e Guilherme Fernandes nas Percussões e Tide na Bateria. Além disso, contamos com quatro músicos de apoio: Teclado, Contra Baixo, Trompete e Trombone 


SSC - Qual o estilo de música da Atruppi e por que essa escolha? 

Atruppi - A escolha vem das nossas raízes, por isso tocamos Samba-Rock. Nascidos e criados na periferia de São Paulo, o Samba-Rock é uma cultura que sempre esteve presente na vida de cada um da banda. 
Procuramos sempre manter nossa identidade musical tentando buscar em nossos arranjos, a personalidade da banda. Um grande diferencial nosso é buscar nas nossas origens, ritmo, melodias e toda a influência de artistas renomados porém, sem imitar ou copiar suas características.

SSC - Quais as influências artísticas podemos encontrar na Atruppi? 

Atruppi - Várias: Jorge Benjor, Tim Maia, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Djavan, Wilson Simonal, Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Cartola, Luiz Wagner, Marku Ribas, Trio Mocotó, Originais do Samba, Elza Soares, Sonia Santos, Elisete Cardoso, Clube do Balanço, Tereza Gama, Os Opalas, SambaSonics, Rap Nacional... Enfim, somos influenciados pela boa Música Brasileira.

SSC - Tereza Gama é madrinha da Atruppi? 

Atruppi – Sim! Ela é uma pessoa fantástica e além de possuir uma voz diferenciada, fez uma participação em uma das faixas do nosso CD na música “Que Preta, Que Nego”, o que para nós é uma grande honra. Nós a consideramos como Madrinha da Banda, além de sermos todos fãs do seu trabalho. 

SSC - O logo da Atruppi é uma mescla de conceitos. Podem explicar melhor? 

Atruppi - O  logo é justamente o que representa a banda: uma forma moderna de mostrar a nostalgia. Um pandeiro representando o Samba e um Gramophone dando todo o tom nostálgico.  



SSC - Quais os projetos da Atruppi para 2013? 

Atruppi – É um ano importante para nós e nossas metas são consolidar o nosso espaço no cenário do Samba-Rock, conseguir levar nosso show para as grandes casas e eventos, terminar de gravar nosso disco e ver a satisfação do nosso público, cada vez mais curtindo e dançando nossas músicas. 









Banda Atruppi no Di Quinta
Dia: 19 de abril
Abertura da casa: às 21h
Antes do show : aula de ritmos
Endereço: Rua Baumann,1435 – Vila Leopoldina
Preços: R$30,00 – entrada ou
              R$50,00 – consumação ou
              R$15,00 - nome na lista até dia 18,às 18h pelo email:

dancabrasil@claveproducoes.com.br


Facebook
https://www.facebook.com/Atruppi 


Links para ouvir e baixar músicas da Atruppi no Soundcloud 
https://soundcloud.com/bandaatruppi 


Que Preta, Que Nego - Banda Atruppi at Tereza Gama




O Samba nas lentes de Felipe Mariano

Redação por Vera Marini, Edição por Thaís Marini


O  Samba em sua essência é mais do que um ritmo ou uma dança. É um todo cultural e desperta em várias escolas artísticas o desejo de registrá-lo. Música, Dança, Pintura, Gastronomia, Literatura... É todo esse universo de manifestações que o torna tão encantador.

Todos sabemos da importância que os registros têm para a pesquisa e para o entendimento do nosso momento atual.São informações que vamos deixar para a escrita histórica precisa desse ritmo tão querido. As lentes de Felipe Mariano contribuem de forma significativa para isso, clicando o cotidiano do Samba em várias situações.

Felipe Mariano do Nascimento é formado em arquitetura e design gráfico. Fotografia era somente um hobby, que virou paixão e hoje é profissão. Há 2 anos, Felipe trabalha com fotografia mas dá enfoque  especial a registros de espetáculos e rua.



SSC - Qual a sua história com o Samba?

Felipe Mariano -  Apesar de ter um gosto musical eclético, sempre tive preferência por prestigiar música brasileira, especialmente o Samba. Desde sempre procuro ir a shows ou frequentar bares e lugares que tenham uma roda de Samba. Sempre são os lugares mais animados para ir!

Há 3 anos me matriculei na Solum, uma escola de Dança de Salão, para aprender a dançar Samba-Rock e Gafieira. Lá conheci muita gente com os mesmos interesses em comum. Não perco nenhum baile da escola e procuro estar sempre presente nos lugares onde os meus amigos combinam de ir dançar Samba. Não sou nenhum Carlinhos de Jesus, claro, mas o importante é a diversão.

SSC - O que faz você ter vontade de registrar imagens de  Samba?

Felipe Mariano -  Como disse o fotógrafo Henri-Cartier Bresson, "Fotografar é colocar na mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração". Partindo dessa ideia, eu lhe digo que o olhar de cada fotógrafo (profissional ou amador) tende a ser direcionado ao que – de alguma forma – mexe com o seu coração ou sua mente. Adoro Samba, gosto da energia que o ritmo transmite! Sempre me gera cenas alegres para registrar. Pelo menos, eu nunca vi ninguém sambando com cara fechada…

SSC - Existe uma preparação para o registro ou você percebe a
oportunidade e o faz? 

Felipe Mariano - A única preparação é referente ao estado de espírito. Prefiro captar cenas espontâneas, sem que ninguém perceba que estou ali fotografando. Na verdade, seria ótimo se pudesse me tornar invisível em certos momentos.

SSC - Qual a emoção de ver a 
imagem revelada de maneira tão bela?

Felipe Mariano - Sensação de dever cumprido, de emoção eternizada.

SSC - Sua leitura do Samba é uma foto que passa o real e ao mesmo tempo tem uma delicadeza toda singular. Você busca isso quando vai fazer a foto? Um real, mas que transcende com sua delicadeza?

Felipe Mariano -  Na mosca! Quase sempre procuro cenas reais, sim. Mas é aí que entra a leitura do fotógrafo. Por exemplo: em muitas situações, a cena à minha frente, realmente, pode ser algo diferente do que está me parecendo. Não procuro entender exatamente qual é a realidade daquela situação, vou lá e clico a realidade que eu enxerguei. Nesse caso, estou registrando a minha realidade, o que me parece real, entende?

SSC -A foto em branco e preto de certa forma contribui para isso? Aliás, você gosta dessa opção – branco e preto. Por que? Talvez para passar uma ideia de atemporalidade?  

Felipe Mariano - Certamente! A foto em PB tem uma leitura mais pura. Quando não há cores, outros elementos da foto (expressões, formas, movimento, texturas etc.) ganham força 
Além de atemporalidade, o PB é mais poético. A cor é uma informação que pode ser irrelevante, ou até mesmo atrapalhar o observador da foto. Fisiologicamente, a informação "cor" é o que o cérebro processa primeiro quando olhamos para algo. Desse modo, se a foto estiver ótima, mas com cores ruins, vamos tender a não gostar muito da foto. Ou seja, a cor está atrapalhando a foto, entende? Um fotógrafo de rua em uma cidade como São Paulo, por exemplo, tem um trabalho redobrado para captar cores com excelência. Eu tenho.

SSC - Dentro do Samba, qual a sua temática preferida? Mulheres, malandros, baianas, casais…?

Felipe Mariano -  Ainda não tinha parado pra pensar nisso, sabia? Observando novamente as minhas fotos de Samba, vi que tenho uma quantidade muito parecida de cada temática. Mas as que mais gosto são as de mulheres. As fotos com elas têm mais movimento, mais expressões, mais "explosão"… Elas "se jogam" mais no Samba!

SSC - Quais as dificuldades em se fazer registros de Samba ?

Felipe Mariano - Tecnicamente, quando há pouca luz. Ou quando não estou em um dia muito bom e tenho que captar cenas alegres… Aí me exige um trabalho interno, uma certa concentração.

Felipe Mariano ministra cursos de fotografia para iniciantes todos os meses em meu escritório na Consolação. As duas próximas turmas  iniciarão nos dias 20/04 das 10h às 14h; e outra dia 25/04 das 19h às 23h. Realiza palestras e cursos se necessário e conforme interesse fora do seu local de trabalho.


Para mais informações: